Escola da Complexidade

Pessoas criando uma Visão Complexa de Mundo

Luiz de Campos Jr

Transformação Educacional

Informação

Transformação Educacional

Para aqueles com interesse em dialogar sobre a transformação de paradigmas e reformas na Educação Básica.

Site: http://www.futuroeducacao.org.br/
Pessoas: 23
Última atividade: 13 Dez

Provocação...

“… aqui chegamos a um impasse: não se pode reformar uma instituição, sem uma prévia reforma das mentes, mas não se pode reformar as mentes, sem uma prévia reforma das instituições. Essa é uma impossibilidade lógica que produz um duplo bloqueio. Há resistências inacreditáveis a essa reforma… A imensa máquina da educação é rígida e inflexível, fechada, burocratizada. Muitos professores estão instalados em seus hábitos e autonomia disciplinares… Para eles o desafio é invisível… Mas é preciso começar e o começo pode ser desviante e marginal… a iniciativa só pode partir de uma minoria, a princípio incompreendida, às vezes perseguida. Depois a idéia é disseminada e quando se difunde, torna-se força atuante”.

Edgar Morin

Espaço de Diálogo

Luiz de Campos Jr

Princípios Educacionais e Mudança de Paradigmas 4 respostas 

Como Educador, acredito que a Educação tem um papel crucial na transformação e desenvolvimento das formas de pensar e agir relacionadas à "emergência" do chamado Pensamento Complexo. Também tenho a…

Iniciado por Luiz de Campos Jr. Última resposta de Alice Senna 12 Set.

Jose Julio Martins Torres

Educação Biocêntrica - Rolando Toro

TVCidade - João Pessoa - Paraíba - Entrevista com Rolando Toro Arañeda.

Tag: Biocêntrica, Educação

Iniciado por Jose Julio Martins Torres 22 Mar.

Antônio Sales

Complexidade aplicada à Educação

Estamos vivendo uma mudança de época, uma mudança paradigmática para a humanidade em que se questiona o atual modelo mecanicista e econômico. E aos poucos vão surgindo autores que estão se dedicando…

Iniciado por Antônio Sales 19 Mar.

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Luiz de Campos Jr Comentário de Luiz de Campos Jr em 17 junho 2009 às 15:36
Olá Sales e Gerson.
Não tenho a publicação, mas tenho um resumo do livro feito por uma aluna de pós da Federal de Sta Catarina. Creio que não deve ser suficiente, em todo caso aí vai...

dinamica_nao_linear_do_conhecimento.pdf

Abraços, Luiz.
Antônio Sales Comentário de Antônio Sales em 17 junho 2009 às 12:20
REPASSANDO MENSAGEM DE GERSON BRIÃO:
Olá colegas da Escola da Complexidade!

Estou preparando um trabalho no meu curso de mestrado e preciso do livro de Pedro Demo, " Complexidade e Aprendizagem - A dinâmica não linear do conhecimento". São Paulo - Atlas, 2002.

Eu sei que é difícil livros desse assunto em formato digital, mas é sempre bom exercitar o relacionamento em uma comunidade especializada como essa.

Agradeço a todos.

Abraços
Gerson Brião
Rosa Maria Guimarães Rocha Comentário de Rosa Maria Guimarães Rocha em 11 maio 2009 às 12:29
Márcia Regina, inspirada por sua participação, enviei um pequeno texto para movimentar o diálogo em nossa Escola. Eu uso a "teoria dos campos" para motivar os alunos em sala de aula. E vc., como tem trabalhado a complexidade?
Marcia Regina Silva do Vale Comentário de Marcia Regina Silva do Vale em 7 maio 2009 às 0:48
Complexidade e formação docente - mais uma vez fico satisfeita com a oportunidade de discutirmos a aplicação do pensamento complexo na educação e como educadora vejo as possibilidades de transformação nos seres humanos envolvidos com o fazer da educação. Sou professora em cusos de licenciatura e me sinto responsável pelo despertar do processo ensino-aprendizagem ppor meio da teoria da complexidade e este espaço tem contribuido bastante com minhas aulas.
Luis Caceres Comentário de Luis Caceres em 16 abril 2009 às 23:55
Pienso que el cambio de mentalidad y el difundir una propuesta para lograr una mente flexible puede ayudar mucho. El saber escuchar, no oir, el saber observar, no ver. Los sentidos nos ayudan a mirar el entorno y las artes ayudan a lograr esa sensibilidad. No solo los maestros son el problema. Son los padres de familia, los administradores de las instituciones y las universidades que forman a nuestros maestros. Debemos entender que el pensamiento simplista se encuentra arraigado en nuestras culturas. Nuestras culturas son cuantitativas en todo. Más tener es más poder. Más adquirir es más estatus. Mas calificaciones es más inteligente. El que más lee es el que más sabe. Y este ultimo punto es importante también por que perdemos la sabiduría popular. Antes un agricultor sabía como sembrar, que plantas mezclar para mantener el suelo fuerte, las fechas exactas para un mejor aprovechamiento de recursos. Ahora se crean invernaderos para producir todo el año por que lo que importa es vender más, competir, y el campesino no puede competir contra eso y su sabiduría se pierde; la relación con el entorno muere, nos volvemos de laboratorio. Por todo eso creo que la sesibilización de las personas es uno de los pilares para el manejo de un nuevo pensamiento.
Wendel Freire Comentário de Wendel Freire em 5 março 2009 às 9:26
Há alguns autores que podem contribuir muito com o pensamento apresentado por Morin. Pablo Gonzales Casanova talvez seja o mais instigante deles. Deixo um link com um texto que relaciona Edgar Morin, Pièrre Lévy e Zygmunt Bauman às novas práticas docentes: EDUCAÇÃO, FLUIDEZ E COMPLEXIDADE.
Thiago François Queiroz Lefebure Comentário de Thiago François Queiroz Lefebure em 2 março 2009 às 13:59
Não sei se é o caso de vocês, mas muitas vezes me senti aflito com o desejo pungente de sempre conhecer mais. E o pior, obter mais conhecimento de áreas que supostamente e superficialmente não estariam ligadas com a minha.
Grande besteira! As barreiras geográficas educacionais estão na nossa cabeça, fruto de um sistema separatista e pragmático, onde tudo precisa, à primeira vista, servir pra alguma coisa. Ora, Steve Jobs não teria criado as fontes de letras no computador se não tivesse resolvido fazer um curso, por opção, de caligrafia, na faculdade que depois abandonou. Ele não sabia pra que iria servir aquele curso; ele apenas gostava daquilo.
Quem disse que Engenharia ( a 1ª área que resolvi fazer faculdade) não tem nada a ver com Filosofia, Sociologia, Antropologia e tantas outras áreas da ciência? E onde ficam as Artes? O universo de conhecimento precisa ser tão pequeno e tão excludente assim? Onde fica o deleite da razão que Aristóteles falou?
Ao conhecer a Teoria da Complexidade, vi que tinha razão. Tudo está ligado. Hoje, continuo fazendo Engenharia, mas também faço Ciências Sociais e também sou músico.
Contudo, ainda continuo a ter que responder a mesma questão quando perguntado pelos meus amigos sobre minhas faculdades: O que uma tem a ver com as outra? Então tiro uma carta da manga e começo a falar-lhes sobre a Teoria da Complexidade.
Jose Julio Martins Torres Comentário de Jose Julio Martins Torres em 28 fevereiro 2009 às 16:49
O processo de ensino-aprendizagem-avaliação ainda está muito influenciado por visões fragmentárias de conhecimento do mundo. Segue-se muito à risca o Método Científico positivista, levando-se em conta quase que somente o racional e de forma quantitativa. O lúdico, o emocional e o afetivo, não têm a importância que deveriam ter. O potencial do lúdico, da música, da dança, das artes, do emocional e do afetivo, enfim, do prazer de viver e de aprender, praticamente não é levado em conta, principalmente na Geração de Conhecimento por adultos. O educador formado no paradigma da Ciência Moderna – cartesiana, mecanicista – não tem chegado a ter a visão complexa e transdisciplinar para o desenvolvimento da sua prática como educador.
O educador formado a partir do paradigma da Ciência Moderna – cartesiana, mecanicista – torna-se um educador sem uma visão integral do ser humano e da vida, e com uma postura assimétrica, não adequada para atuar como educador, gerando um ciclo vicioso que leva a formar novos educadores sempre limitados, sem uma visão complexa de mundo adequada para os dias atuais e vindouros.
A Teoria da Complexidade, por propiciar uma visão “caórdica” – combinação harmoniosa de características de caos e ordem – mais próxima da realidade, poderá ajudar muito a melhor entender, desenvolver e implementar um processo de ensino-aprendizagem-avaliação mais adequado à realidade do processo educativo.
Marly Figueira Comentário de Marly Figueira em 26 fevereiro 2009 às 22:10
“Ninguém escapa de educação. Ela é condição necessária para a vida humana. Mas a educação é paradoxal: ao mesmo tempo que é instrumento de controle social, ela contribui para a modificação das condições existentes; ao mesmo tempo que oprime, liberta.”
Luiz de Campos Jr Comentário de Luiz de Campos Jr em 26 fevereiro 2009 às 13:08
Olá Antônio.
É sim uma proposta, a procura de proponentes... :-)
Abraço, Luiz.
 

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